Relacionamento de Pai e Mãe influenciam o comportamento dos filhos(as)

Você já parou para pensar como seu relacionamento com seu parceiro(a) influencia o comportamento de seu filho? Imagino que todos nós tenhamos em mente que, quando pai e mãe têm uma boa convivência, falam a mesma língua e se ajudam na criação das crianças, tudo fica mais fácil. Mas será que existem provas de que o comportamento dos filhos está relacionado ao entendimento entre os pais? Pois um estudo recente da Universidade de Sussex, no Reino Unido, mostra exatamente isso.

Apesar de alguns outros estudos já terem mostrado a relação entre a forma como pai e mãe trabalham juntos na educação dos filhos e o comportamento das crianças, poucos trabalhos analisaram de maneira isolada a percepção do pai e da mãe sobre o próprio relacionamento, e como isso interfere na expressão dos pequenos. Nessa pesquisa, foram analisadas 106 famílias, todas com filhos biológicos e nas quais pai e mãe moram juntos na mesma casa. Os pais responderam questionários e tiveram entrevistas por telefone com os pesquisadores, para relatar como se relacionavam com o cônjuge e atuavam na criação das crianças. E o resultado foi interessantíssimo.

A ausência da figura Paterna

Quando as mães que participaram do estudo afirmavam não receber suporte do marido, não foi estabelecida uma relação com o bom ou mau comportamento dos filhos. Entretanto, no caso dos homens que se disseram não apoiados por suas esposas na educação dos filhos, foi identificado um padrão desafiador das crianças, que demonstravam comumente atitudes como jogar os brinquedos no chão, ou responder de forma áspera aos pais.

Embora a pesquisa tenha identificado essa relação, mas não tenha estudado as causas que levam a ela, uma possível explicação para o mau comportamento dos filhos quando a parte paterna não encontra o apoio materno é a de que o papel atual do pai na criação dos pequenos ainda não está bem estabelecido. Como ainda hoje é a mãe a considerada responsável por essa tarefa (e a família inteira tem essa consciência, inclusive os filhos), é importante que ela abra espaço para que o pai também seja atuante – só assim ele ganhará autoconfiança e poderá construir um relacionamento de amizade e respeito com as crianças.

 

Fica a dica: Papai, sai do papel de coadjuvante/auxiliar da mãe, assuma o protagonismo na criação de seu filho(a). Seja trocando uma fralda, seja demonstrando afeto e carinho mesmo. Lógico que respeitando sempre o seu limite, mas temos que ultrapassar sim uma barreira importante: o machismo. Certamente, dessa forma, teremos pais e filhos cada vez mais amigos e felizes.

 

CONVITE ESPECIAL

Nós da Plataforma de formação Paterna 4daddy somos parceiros do 3º Seminário Internacional de Mães!!! Isto mesmo, um seminário de mães. E vocês leitores devem estar se perguntando o porquê da nossa presença, apoio e participação. Há um ditado africano que diz que precisasse de toda uma ALDEIA para criar uma criança. Então a responsabilidade da criação de uma criança não é da Mãe, e na verdade nem é exclusiva dos Pais apenas, mas de todo o círculo social dela.

E nós lutamos pelo reposicionamento da figura paterna na nova dinâmica familiar. Saindo de um papel cuadjuvante/auxiliar, para um papel protagonista junto com o da mãe. Por isso apoiamos qualquer tipo de iniciativa que trata da criação de nossas crianças e adolescentes, e em especial esse 3º Seminário Internacional de Mães, que terão presença de palestrantes de primeira como: Marcos Piangers, Drauzio Varella, Estella Renner, entre outros.

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Nos vemos lá, e nos procure para batermos um papo bacana sobre família, filhos e etc.

*Autor: Leandro Ziotto, pai do Vinícius e co-fundador do 4daddy.

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