Saúde de crianças e adolescentes na Era Digital

Nunca o tema excesso de tecnologia na infância e adolescência foi tão debatido como tem sido essa semana. A Sociedade de Pediatria de São Paulo publicou ontem, dia 06/11/16, o Manual de Orientação sobre a Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital produzido pelo Departamento Científico de Adolescência da SBP. A UOL com o seu projeto chamado TAB, que traz reportagens inéditas, aprofundadas, provocadoras e de alta qualidade, publicou hoje, dia 07/11/16, a reportagem “Geração On Demand” que fala como ensinar as crianças conectadas que a vida tem limites.

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É comum escutar relatos como:

– O bebê só fica quieto em frente ao celular. Sai a chupeta, entra “Galinha Pintadinha”;

– O feriado em família vira motivo de estresse, se o destino não tiver Wi-Fi nem conexão 3G;

– A criança manda mensagem via WhatsApp para a mãe, no quarto ao lado, para avisar que está com fome;

– O internet 3G vira presente de dia das crianças;

– Meu filho quer saber quantas pessoas estão seguindo ele;

– O sonho da minha filha é ser Youtuber quando crescer; e etc…..

Difícil aceitação do problema dentro de casa

Fazendo toda uma análise de todo material disponível, discussões com pedagogos, dicas e sugestões com psicólogos e especialistas, podemos tirar 4 conclusões simples e fáceis de identificar, porém difíceis de serem aceitas:

1) A internet tem inúmeros pontos positivos, faz parte da rotina das crianças e não há como voltar atrás;

2) Os adultos também foram fisgados pela tecnologia e estão aprendendo a lidar com seus excessos;

3) Crianças precisam de limites. Se não existem, a responsabilidade é dos pais (aquelas mesmas pessoas do segundo item);

4) Entender esses limites e saber como colocá-los em prática não são tarefas simples diante de tanta oferta e transformação – se os pais soubessem o que fazer nessa nova situação, possivelmente o fariam.

Para Evelyn Eisenstein, professora de pediatria e clínica de adolescentes da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), os pais ainda não acreditam nos prejuízos da conexão ininterrupta à saúde dos filhos, mas os consultórios já lidam com problemas concretos: ansiedade, dificuldade de concentração, síndrome do olho seco, transtornos de sono e também de alimentação (estes dois ligados à falta de horários fixos, já que o conteúdo virtual não segue grade de programação).

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A Campanha Especial do 4daddy

Indo ao encontro dessa onda de profissionais, pais e Entidades que estão se mobilizando para concientizar pais, crianças, adolescentes e a sociedade como um todo, dos males do excesso e do vício da tecnologia, nós do 4daddy, lançamos no dia 03/11/16 a campanha “Crianças X Tecnologia – Desintoxicação Digital”, onde desde a data de início do lançamento da campanha estamos disponibilizando em nosso portal várias matérias e artigos sobre o tema, e criamos uma página especial da campanha, onde os interessados que se cadastrarem terão acesso EXCLUSIVO e  GRATUITO a uma entrevista com a Coaching de Pais e Filhos, Jacqueline Vilela, e um ebook chamado Detox Digital, também escrito e desenvolvido pela mesma.

Para o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do grupo de dependência tecnológicas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), a falta de limites é evidente e motivada por um fator bastante simples: os pais os desconhecem a existência desse problema dentro de casa.

Convidamos a todos a apoiarem essa campanha do 4daddy “Crianças X Tecnologia – Desintoxicação Digital” compartilhando a página da campanha, e disseminando as informações aprendidas.

Contamos com o seu apoio!!!!

*Autor: Leandro Ziotto, Pai do Vinícius e co-fundador do 4daddy. Fonte: TAB UOL e SBP.

 

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